Araxá Lugar Onde Primeiro Se Avista O Sol

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Araxá Tem Jeito Jesus Cristo

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Campanha Mundial da Fraternidade 2012 Araxá Has A Way Jesus Christ

Jesus Cristo Rei do Universo Infinito

Araxá 152 Anos de Emancipação Político-Administrativa do Município

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Araxá 152 Anos de História Vídeo dos 152 Anos de Araxá

*** Vista Parcial de Araxá ***


Araxá é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, na mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Sua população projetada para 2007 é de 87.772 habitantes. A área é de 1.165 km² e a densidade demográfica, de 67,80 hab/km². IDH 0.899 (IBGE).
Termas do Barreiro - Grande Hotel de Araxá

*** Geografia ***
Constituído de terras planas e colinas, a altitude máxima é de l.359 metros e a mínima de 910 metros. O relevo do município mostra variações entre situações geológicas típicas do cerrado e de serras. Sua vegetação intercala campos de pastagens com pequenas matas naturais, compondo paisagens deslumbrantes.
*** Clima ***
Araxá integra o Circuito das Águas de Minas Gerais, reconhecido pelas propriedades terapêuticas diversificadas de suas águas medicinais e pelo clima agradável o ano todo. A região urbana com 973metros de altitude apresenta um clima com temperatura média anual de 21,4°C e índice médio pluviométrico anual: 1574,7 mm
*** Temperaturas ***
média anual: 20,4 °C
média máxima anual: 26,5 °C
média mínima anual: 15,7 °C
Temp. em 2002: 21,71 °C
Temp. em 2003: 21,02 °C
Temp. em 2004: 20,98 °C
*** Hidrografia ***
O município está localizado entre duas grandes Bacias Hidrográficas: Bacia do Rio Grande e Bacia do Rio Paranaíba. Todas possuem grande potencial hidrelétrico. O município possui uma área de proteção especial para fins de preservação de seus mananciais.
Principais Rios: Rio Tamanduá, Rio Capivara todos Afluentes Rio Paranaíba

Araxá Estância Hidro Mineral do Barreiro





** Exposição de Carros Antigos em Araxá **

** Exposição de Carros Antigos em Araxá **
A Cidade mineira de Araxá recebeu relí­quias automobilí­sticas como Ferraris, Lamborghinis, Maseratis e Cadillacs. Ao todo foram 322 veí­culos expostos na 18ª edição do Encontro Nacional de Automóveis Antigos, Organizado pelo Veteran Car Club de Minas Gerais e patrocinado pela Fiat e pela FPT Powertrain Technologies.

Os cerca de 50 mil visitantes puderam conferir 20 Simcas, em comemorações aos 50 anos da marca francesa no Brasil — inclusive o Chambord, modelo do inspetor Carlos, da série Vigilante Rodoviário, dos anos 1960. Entre os italianos, que totalizaram 40 modelos, os destaques ficaram por conta de um exemplar do Iso Grifo, de 1965, esportivo com mecânica americana, e das 18 Ferraris antigas, como a F-40 e a Ferrari 225 S Barchetta Vignale (1952). "A 225 são um dos primeiros modelos da Ferrari, um automóvel de corrida que foi comprado junto a outros dois idênticos em Portugal. Veio para participar de corridas no Brasil e acabou ficando por aqui. O motor encontra-se na Itália para a restauração. Se estivesse totalmente restaurado, seria o mais valioso da exposição", contou Otávio Carvalho, vice-presidente do Veteran Car e organizador do Brazil Classics.

foi realizado um desfile de 82 carros, seguido de uma premiação, feita de acordo com a data de fabricação do carro e o valor representativo de sua Época. O modelo eleito como o melhor carro nacional foi o FNM JK, de 1960.
O Encontro também contou com um Rali de Regularidade e um leilão, realizados na sexta-feira, dia 23. Participaram da competição 53 automóveis, que tiveram tempo estipulado de 38 minutos para um percurso total de 40 km, com quatro postos de controle. Dentre os 44 carros que completaram o trajeto, o vencedor foi um Ford Maverick GT, de 1978, e o segundo lugar ficou para um Puma GT, de 1971. No leilão, cerca de mil pessoas viram os 70 modelos cadastrados. Ao todo, foram vendidos 18 deles, o que movimentou mais de R$ 600 mil, segundo a organização do evento. O maior lance foi de R$ 110 mil para um Concorde, de 1984.

Estância Hidro-Mineral de Araxá


*** Estância Hidro-Mineral do Barreiro ***

*** Estância Hidro-Mineral do Barreiro ***

*** Barreiro - Estância Hidro-Mineral ***
*** Turismo ***
Araxá fortaleceu-se como Pólo Turístico na década de 1940, com a inauguração do Complexo Termal - Grande Hotel e Balneário - Ocorrida em abril de 1944.
*** Pontos turísticos ***

*** Grande Hotel de Araxá ***
Inaugurado em 1944, por Benedito Valadares, então governador de Minas Gerais, e pelo presidente Getúlio Vargas, o complexo do Grande Hotel abriu uma nova era de esplendor para Araxá e todo o interior mineiro, sendo palco de grandes acontecimentos sociais, políticos e culturais.

O Grande Hotel se impõe pela magnitude de seu conjunto arquitetônico. Projetado por Luiz Signorelli, sob influência do estilo missões, tem aproximadamente 43.000 m² de área construída. Impressiona pelos seus imponentes salões, revestidos em mármore de Carrara, decorados por rico mobiliário, lustres de cristais da Boêmia, janelas com cristais franceses bisotados, obras de arte em afresco e vitrais.
Seus apartamentos, reformados e modernizados, têm capacidade para atender cerca de 800 hóspedes. Ainda preserva, no segundo andar, as suítes governamental e presidencial. É tombado pelo Patrimônio Histórico, com móveis e decoração da época de sua inauguração. Atualmente, é administrado pela Rede de Hotéis mineira Ouro Minas, que implantou o conceito de Rersort e Spa.

*** Vitrais do Termas de Araxá ***
*** Compléxo Turístico Ouro Minas ***
*** Termas de Araxá ****
A grandeza e esplendor das edificações do Barreiro se repetem nessa casa de banhos, spa e tratamento de beleza. São nada menos que 16 mil m² de bom gosto primoroso e refinado acabamento. As Termas de Araxá estão ligadas ao Grande Hotel por uma galeria suspensa decorada com afrescos de paisagens dos principais pontos turísticos de Minas Gerais. Sua entrada principal é surpreendente e no seu "foyer" encontra-se uma rotunda em vitrais multicoloridos que narra trechos épicos da história de Minas Gerais, trazendo momentos sob a perspectiva das águas e filtra a luz natural que ali penetra, construindo uma bela obra de arte.
*** Fonte Andrade Júnior ***
Em frente ao Grande Hotel, encontra-se a Fonte Andrade Júnior, onde estão localizadas as Fontes Alcalino-Sulfurosas. O prédio é constituído por um pavilhão situado em uma pequena península no lago de água de Lama Sulfurosa. Possui quatro bebedouros que escoam águas mineralizadas, carbonatada, sulfatada, radioativa e alcalina, indicadas para casos de diabetes, gota, obesidade, desvio de metabolismo, hepatite, males dos rins, estômago, fígado e problemas de pele. Junto à fonte estão expostos fósseis de animais pré-históricos encontrados no local durante o período de construção do Grande Hotel e Termas de Araxá.
*** Fonte Dona Beja ***
Entre pedras vulcânicas, em uma gruta estilizada em forma de emanatório, brota a água mineral, bicarbonada cálcia magnesiana e radioativa, cujas propriedades ativam o metabolismo e estimulam a assimilação diurética, atuando com desintoxicante e agente hipotensivo. Uma bela paisagem pode ser apreciada de seus mirantes.

*** Museu de Araxá - Antiga casa de Dona Beja ***
Há um museu que também leva o nome de Dona Beja. Ele retrata a história de Araxá e suas tradições culturais, através de seus ciclos econômicos: a pecuária, o turismo e a mineração. Batizado em homenagem a figura mitológica de Ana Jacinta de São José, fica localizado em um sobrado do século XIX, onde Dona Beja teria residido, recebendo personalidades para seus famosos saraus e reuniões de cunho político.


*** Vista Parcial de Araxá ***
*** História ***
O topônimo "Araxá" significa terreno elevado e plano, planalto, chapadão, região mais elevada do que qualquer sistema orográfico e "Araxás: Indígenas que viviam no tabuleiro elevado do extremo oeste de Minas Gerais". A primeira referência aos índios Araxás, que habitavam as terras entre o Rio das Velhas (Araguari) e o Rio Quebra Anzol, foi feita pela expedição de Lourenço Castanho Taques, no século XVI. A presença dos índios e a proximidade do Quilombo do Ambrósio constituíram obstáculo à ocupação das terras da região.
Em 1759, Bartolomeu Bueno do Prado, comandando uma expedição, conseguiu destruir a famosa aldeia de escravos fugitivos. Sete anos depois, Inácio Correia Pamplona exterminou a tribo de índios Araxás.
Os primeiros povoados da região foram para o Desemboque, distrito de Sacramento, atraídos pela exploração do ouro. Posteriormente, com a decadência da mineração, esses moradores dedicaram-se à criação de gado. Entre 1770 e 1780, Araxá recebeu seus primeiros moradores, e surgiram as primeiras fazendas da região.
Descoberta a fertilidade da terra e o sal mineral nas águas do Barreiro, o povoamento de Araxá se intensificou. Em 1791, foi criada a Freguesia de São Domingos do Araxá e nomeado o primeiro vigário.


Em 1795, teve a construção da primeira Igreja Matriz de São Domingos por Alexandre Gondin, que teve suas obras concluídas em 1800. A edificação da Igreja de São Sebastião, por José Pereira Bom Jardim, ocorreu em 1820. A Capitania de São Paulo e Minas do Ouro foi criada em 1709 e desmembrada em 1729, com a delimitação da Capitania de Minas Gerais. Na segunda metade do século XVIII, a região do Triângulo Mineiro foi anexada à Goiás, atendendo a um movimento dos moradores do Desemboque.
A Freguesia de São Domingos é elevada a Julgado de São Domingos de Araxá, em 20 de dezembro de 1811, desmembrando-se do Julgado do Desemboque. A partir de janeiro de 1812, começou a exercer jurisdição civil e criminal, possuindo seu Juiz Ordinário. Em 1816, graças ao movimento dos moradores do Julgado de Araxá, o Sertão da Farinha Podre (Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba), anexado desde 1766 à Capitania de Goiás, retornou à Jurisdição de Minas Gerais. Ana Jacinta de São José - o mito Dona Beja - viveu e tem seu nome vinculado aos principais acontecimentos de Araxá no período da primeira metade do século XIX. Em 4 de abril de 1831, o julgado é elevado à vila. E em 19 de dezembro de 1865, a Lei Provincial nº 1259 eleva a Vila de São Domingos de Araxá à categoria de cidade. Em 1915 foi criada a Prefeitura.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

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CBMM - Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração de Araxá


A história da CBMM está intimamente ligada ao desenvolvimento do processamento e aplicações do nióbio. Quando a Companhia foi fundada nos anos 50, não havia nem mercado e nem o know-how para produzir o nióbio. A CBMM desenvolveu os usos do nióbio e criou um mercado para o mesmo, através de um programa de desenvolvimento da tecnologia do nióbio e a promoção de sua eficácia, demonstrando as vantagens que fazem do nióbio um elemento insuperável em suas principais aplicações. Mais recentemente, a CBMM tem investido em processos avançados de manufatura e de gestão, resultando em melhora no desempenho e expansão da capacidade de produção. O sucesso da Companhia é consequência de décadas de investimento e de planejamento estratégico de longo prazo.

A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) é o mais importante fornecedor mundial de nióbio e da tecnologia do nióbio e inteiramente integrada, desde a mina até produtos finais atendendo às necessidades do consumidor final. A CBMM fornece apoio técnico especializado a cada cliente nos mais sofisticados segmentos da siderurgia e tecnologia em todo o mundo. A CBMM se esforça para ir além de suas expectativas, onde quer que estejam esses clientes. A Companhia tem sua matriz em Araxá, Minas Gerais, uma subsidiária de tecnologia na Suíça, outras três subsidiárias comerciais na Europa, Ásia e América do Norte, bem como uma extensa rede mundial de armazéns estrategicamente localizados. A CBMM trabalha com diligência no desenvolvimento de aplicações em que o nióbio se destaca, por seus méritos próprios, como a melhor e mais eficiente solução em termos tecnológicos, agregando valor ao responder aos principais desafios da atualidade. A Companhia promove a utilização do nióbio em aplicações nas quais, por suas propriedades, ele se impõe como a opção definitiva, por garantir maior eficiência, segurança e desempenho. A aplicação mais importante do nióbio é como elemento de liga visando aumentar a resistência do aço, sem comprometer suas características de maleabilidade. Esse aço é utilizado principalmente na indústria automotiva e na construção de oleodutos, gasodutos e de grandes estruturas. Além de tornar o aço mais resistente e tenaz, o nióbio, em pequenas quantidades, aumenta a soldabilidade e a capacidade de conformação mecânica do aço. Aço inoxidável contendo nióbio é utilizado em sistemas de escapamento de veículos, entre outras aplicações. Entre as aplicações não siderúrgicas do nióbio estão turbinas de aviões, turbinas terrestres de geração de eletricidade, lentes ópticas, equipamentos de geração de imagens de uso médico e catalisadores químicos


A CBMM desenvolveu, em parceria com a Rossetti, caçambas altamente resistentes e mais leves que utilizam o aço microligado ao nióbio. Na sede da CBMM em Araxá, caminhões que transportam minério estão usando essas caçambas e os resultados são o aumento na capacidade de carregamento e a redução no custo do transporte. Em pouco mais de dois meses, o retorno sobre o investimento já foi garantido e continua se multiplicando.